domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
Lua cheia, um clichê que me agrada.

Eu saí da cadeira para olhar a lua lá fora. Porque nunca aprecio algo tão fantástico com maior frequência? A luz da lua pode não ser produzido por ela mesma, mas é tão perfeito ao contemplar nosso planeta que tem uma mente tão geocêntrica...
A lua é intermediária do brilho do sol. A lua é anjo, é guarda, é vigia.
Encontro-me num silêncio forjado pelo desejo de só utilizar um dos meus sentidos: a visão. Através do olhar constroem-se sensações incomparáveis dentro de mim.
Que bela lua! Que presente maravilhoso - e gratuito!
O amor que se tem pela vida é confirmado nesses momentos, nos quais tudo parece completo e nada pode superar a sublime emoção de simplesmente admirar o brilho da lua - que ela possui por doação.
Se não houver amor pela vida, com um luar magnífico como este, passa a haver.
Ame a si, ame a lua, ame a vida, ame o teu bem-querer.
Obrigada, céu! Obrigada, lua!
Mais uma visão inesquecível...
Desejo que mais pessoas sintam o poder de uma imagem como a lua cheia.
Estou fascinada.
As palavras se esgotam,
mas meu coração está inundado
na luz da lua.
mas meu coração está inundado
na luz da lua.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
De A a Z
Amor, eu penso em você
Basta eu existir para lembrar que você está em
Cada pedaço
De mim.
Eu vou te esperar, com o coração apertado
Fora de controle a pulsação está.
Guardei cada palavra, a
Hora, o dia e o mês.
Inspirada sempre pela
Justa paixão que encontrei
Longe de casa.
Minha voz sufocada
Não teve forças para gritar, nem terá hoje,
Ontem ou amanhã.
Passatempo é esperar
Que você volte e me chame para
Rua, para
Saírmos de nós mesmos e matar essa saudade
Traumatizante, não aguento mais
Usufruir de tanta amargura.
Você me deixou e eu te aguardo retornar.
Xô, paixão mendiga!
Zombas de mim, do meu coração.
Basta eu existir para lembrar que você está em
Cada pedaço
De mim.
Eu vou te esperar, com o coração apertado
Fora de controle a pulsação está.
Guardei cada palavra, a
Hora, o dia e o mês.
Inspirada sempre pela
Justa paixão que encontrei
Longe de casa.
Minha voz sufocada
Não teve forças para gritar, nem terá hoje,
Ontem ou amanhã.
Passatempo é esperar
Que você volte e me chame para
Rua, para
Saírmos de nós mesmos e matar essa saudade
Traumatizante, não aguento mais
Usufruir de tanta amargura.
Você me deixou e eu te aguardo retornar.
Xô, paixão mendiga!
Zombas de mim, do meu coração.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
De onde sai a ideia?
Uma a uma
Vez por vez, você me fez desconfiar
das questões menos óbvias da vida.
Se já não sinto os sintomas do tédio,
ponho culpa no comodismo.
O acaso não me surpreende mais,
cadê a previsão?
Aleatoriamente deixo que mil imagens
passem pela minha visão,
por baixo das minhas pálpebras.
Construo os mais diversos contos
sonolentos contos de verão.
Amanhã... cadê?
Vez por vez, você me fez desconfiar
das questões menos óbvias da vida.
Se já não sinto os sintomas do tédio,
ponho culpa no comodismo.
O acaso não me surpreende mais,
cadê a previsão?
Aleatoriamente deixo que mil imagens
passem pela minha visão,
por baixo das minhas pálpebras.
Construo os mais diversos contos
sonolentos contos de verão.
Amanhã... cadê?
Suicídio
Ele é tão verdadeiro que até quando simula está a se acreditar.
Quando percebo que nego quase tudo que prego, nos meus atos insanos tento encontrar algum sinal do que acho coerente e tenho vontade de praticar.
Minha razão anda tão perdida de mim que quando a encontro, percebo que não deveria buscá-la.
Ele não precisava me dizer o que é o amor, pois para mim, já está quase explicado. E mesmo que ele pense que sabe e que pode controlar, engana-se, talvez nenhum de nós façamos ideia do que se trata.
Variações de clima, varia de acordo com o tempo que passa o seu humor.
Achamos geniais as coisas somente quando as entendemos. Antes eram apenas coisas soltas, sem sentido, ou - aparentemente - superficiais.
Não o questiono mais em nada. Não compartilharei mais com ele - nem com ninguém - minhas mais profundas súplicas ao ego inconsciente afundado em monotonia.
Desprezo meu auto-enchergar de perto. Não é possível se ver do jeito que se imagina, jamais. Imaginei tantas palavras para descrever minhas sensações, mas agora nenhum adjetivo me serve.
Pareço estar seca de vocábulos e não sei onde devo buscá-los, nem se devo mesmo buscá-los. Perdi meu tempo?
Mas, se não estivesse a gastar minhas pobres ideias, o que mais eu haveria de fazer?
Ah... ele me faz bem, pois me joga na cara algumas coisas que eu finjo esconder de todos e de mim mesma. Não sou esperta assim, talvez seja, mas não há como demonstrar.
O silêncio prova que a paciência é uma virtude. O que é o contrário do silêncio? Desvirtudes, talvez...
"Não me prove mais nada, sou eu que exijo demais." Gostaria de ser melhor para ele, mal sou boa para minha própria pessoa! Se é que algum dia fui posse de mim mesma.
Ninguém pode amar mais alguém do que a si mesmo, o inverso disso é suicídio.
E por você, vou me matando...
Quando percebo que nego quase tudo que prego, nos meus atos insanos tento encontrar algum sinal do que acho coerente e tenho vontade de praticar.
Minha razão anda tão perdida de mim que quando a encontro, percebo que não deveria buscá-la.
Ele não precisava me dizer o que é o amor, pois para mim, já está quase explicado. E mesmo que ele pense que sabe e que pode controlar, engana-se, talvez nenhum de nós façamos ideia do que se trata.
Variações de clima, varia de acordo com o tempo que passa o seu humor.
Achamos geniais as coisas somente quando as entendemos. Antes eram apenas coisas soltas, sem sentido, ou - aparentemente - superficiais.
Não o questiono mais em nada. Não compartilharei mais com ele - nem com ninguém - minhas mais profundas súplicas ao ego inconsciente afundado em monotonia.
Desprezo meu auto-enchergar de perto. Não é possível se ver do jeito que se imagina, jamais. Imaginei tantas palavras para descrever minhas sensações, mas agora nenhum adjetivo me serve.
Pareço estar seca de vocábulos e não sei onde devo buscá-los, nem se devo mesmo buscá-los. Perdi meu tempo?
Mas, se não estivesse a gastar minhas pobres ideias, o que mais eu haveria de fazer?
Ah... ele me faz bem, pois me joga na cara algumas coisas que eu finjo esconder de todos e de mim mesma. Não sou esperta assim, talvez seja, mas não há como demonstrar.
O silêncio prova que a paciência é uma virtude. O que é o contrário do silêncio? Desvirtudes, talvez...
"Não me prove mais nada, sou eu que exijo demais." Gostaria de ser melhor para ele, mal sou boa para minha própria pessoa! Se é que algum dia fui posse de mim mesma.
Ninguém pode amar mais alguém do que a si mesmo, o inverso disso é suicídio.
E por você, vou me matando...
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Lá vai mais um calendário
Não, eu não vou desejar feliz ano novo. Porque de novo, por enquanto, só vejo o calendário.
Continuo presenciando cenas imbecis de felicidades imbecis pelo que não aconteceu e talvez nem aconteça.
Não, eu não estou aqui para fazer previsões. Não vou deixar que a euforia alheia venha tomar conta de mim nessa simples mudança numeral sobre a qual o mundo se explode em festa uma hora antes do que "deveria". (Alguém lembrou do horário de verão?)
Parece pessimista e ranzinza... É que esta é a razão de ser assim, tão... real.
Posso estar "jovem demais" para não criar tanta expectativa assim, ou para não curtir, celebrar, comemorar...
Confesso que por instantes sinto-me mal por estar sendo tão fria comigo mesma, e chego a pensar que deveria estar com pensamentos e vibrações positivas - afinal, se deve pensar assim durante todos os dias do ano. E é exatamente isso que me intriga: as pessoas ao longo do tempo criaram uma mentalidade tão patética, e baseadas nela, tendem a agir guiados por um forjado espírito fraternal de fim de ano.
É incrível a facilidade de amar apresentada pelos mais variados tipos de gente.
Os meus desejos de ano novo são desejos que eu já tinha antes, e essa "data especial" me ajuda a reforçá-los. Também uso esse momento para direcionar algumas palavras sinceras às pessoas que verdadeiramente gosto, pois é agora que elas estão esperando mais uma forcinha para se sentirem fortes para "começar outra etapa". Fazem isso sem ao menos notar que as fases da nova vida não são direcionadas pelo tempo criado pelo homem. As mudanças que nós fazemos, necessárias ou não, são atemporais e independem de 2009 ou 2010.
Deve haver sim algo de especial na virada do ano: a confraternização, a partilha do tempo e do espaço com as pessoas queridas, até a própria graça que há na hipocrisia do "boas festas" e outros blá blá blás.
Enfim, esse foi mais um show do bizarro ser humano.
Continuo presenciando cenas imbecis de felicidades imbecis pelo que não aconteceu e talvez nem aconteça.
Não, eu não estou aqui para fazer previsões. Não vou deixar que a euforia alheia venha tomar conta de mim nessa simples mudança numeral sobre a qual o mundo se explode em festa uma hora antes do que "deveria". (Alguém lembrou do horário de verão?)
Parece pessimista e ranzinza... É que esta é a razão de ser assim, tão... real.
Posso estar "jovem demais" para não criar tanta expectativa assim, ou para não curtir, celebrar, comemorar...
Confesso que por instantes sinto-me mal por estar sendo tão fria comigo mesma, e chego a pensar que deveria estar com pensamentos e vibrações positivas - afinal, se deve pensar assim durante todos os dias do ano. E é exatamente isso que me intriga: as pessoas ao longo do tempo criaram uma mentalidade tão patética, e baseadas nela, tendem a agir guiados por um forjado espírito fraternal de fim de ano.
É incrível a facilidade de amar apresentada pelos mais variados tipos de gente.
Os meus desejos de ano novo são desejos que eu já tinha antes, e essa "data especial" me ajuda a reforçá-los. Também uso esse momento para direcionar algumas palavras sinceras às pessoas que verdadeiramente gosto, pois é agora que elas estão esperando mais uma forcinha para se sentirem fortes para "começar outra etapa". Fazem isso sem ao menos notar que as fases da nova vida não são direcionadas pelo tempo criado pelo homem. As mudanças que nós fazemos, necessárias ou não, são atemporais e independem de 2009 ou 2010.
Deve haver sim algo de especial na virada do ano: a confraternização, a partilha do tempo e do espaço com as pessoas queridas, até a própria graça que há na hipocrisia do "boas festas" e outros blá blá blás.
Enfim, esse foi mais um show do bizarro ser humano.
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