quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Todas as noites

Todas as minhas noites são solitárias.
Todas as minhas noites são vazias.
E mesmo com esses 40ºC do verão carioca, minhas noites são tão frias.
Inúmeras pessoas passam por mim todos os dias e todas as noites, mas acho que não passo por elas.
Todo esse barulho fora de mim, e o contraste da minha mente em silêncio angustiante me leva a pensar no que eu fiz a alguns caras... Perdoem-me, meninos, perdoem-me...
Saibam que eu sei que fui cruel com vocês e que não respeitei seus sentimentos como vocês mereciam.
Saibam que a vida é justa, ela traz as consequências; que podem ser castigos ou recompensas. Eu fui má, fui castigada. Também foram ruins e desrespeitosos comigo.
Apesar de tudo eu não me canso... e nem posso me cansar.
''Curti'' com alguns carinhas sem importância por aí... E não sei se foi pelo perfume, pelo jeitinho gentil, pelo sorriso, pelo carinho, pelos olhos no retrovisor, ou pelos beijos perfeitos que eu me encantei, mas lá vou eu de novo... Cá estou again comendo na frente do computador, ansiosa por respostas...

3 comentários:

Anônimo disse...

Como sempre uma sinceridade torturante nas suas palavras. Acredito que a cada dia que passa e cada letra transcrita, a dor e a alegria de ser intensa se aprofundam.
Imagino essa profundidade em alegrias efusivas. Vão tornar os textos de profundamente magníficos e desenfreadamente mágicos.
Bjs,
E continue....continue.....
Sam Barros

Reylton_Lennon./ disse...

Barbie, vc é perfeita nas suas palavras e reflexões, eles remetem sobre a sua vida relacionado aos obstáculos afetivos que você teve durante o seu caminho que se chama a estrada da vida.No seu ultimo parágrafo eu notei a sinceridade e também a esperança de esperar uma resposta que consiga responder certas coisas.

McLuhan disse...

As respostas só aparecem quando nos abrimos pra elas.