quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Gradação

Eu não sei medir.
Eu não sei contar, nem chorar eu sei...
Quem dirá...
Saber rir, saber falar,
Ou me calar.

Tento ouvir meus pensamentos e assim,
não te culpar.
Não tem mau nenhum, eu sei.
Mas será...
Que eu confio em mim, que eu confio em ti,
Ou que eu confio em nós?
A saudade faz meu eu se esquecer
de nós dois a sós.

Na minha mudez mental,
dou ouvidos ao meu coração.
Ele grita agitado,
precisando de conforto.
Entendo bem o que ele diz
Ele está feliz,
não está confuso, nem despreperado.

Meu amor tranquilo,
meus risos contidos
serão mais libertos.
Sempre que te ver, vou te receber,
de braços abertos.

Eu amo você.

3 comentários:

Camila disse...

Nossa, que texto lindo!
Não tem sentimento melhor do que esse que você descreveu.
Adorei ;*

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


TE SIGO TU BLOG




CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...


AFECTUOSAMENTE
BARBARA

ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE CACHORRO, FANTASMA DE LA OPERA, BLADE RUUNER Y CHOCOLATE.

José
Ramón...

Caroline disse...

que poesia linda! a cada dia melhor!
parabéns, amiga :)