quinta-feira, 22 de abril de 2010

O Destino

O destino é uma coisa engraçada,
Às vezes eu penso em no futuro ser alguém,
Oras não ligo pra nada...

Divirto-me a valer.
De repente tudo fica monótono
Como o silêncio de uma boca fechada.

Deitado em minha cama
Com as pálpebras contraídas e cansadas,
Eu vejo:
Que o pensamento é como se fosse
Espaço vazio em que nunca refletiu a luz do sol,
Mas que se pode ver mil imagens.

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Esta poesia não foi escrita por mim (por mais que pareça muito com as minhas idéias).
Na verdade ela é de autoria do meu querido pai, o admirável senhor Vilson Castro de Souza (um de meus mentores).
Valeu, papi! rs

3 comentários:

Felipe Braga disse...

Que lindo, Bárbara! Então está no sangue.
Dê os parabéns ao teu pai.
Diga-lhe que um amigo do blog adorou seu texto e sugeriu a criação de um espaço só para ele.

Estou sentindo uma grande nostalgia. Sinto falta de conversar com meu pai.

Beijos.

Ana Braun disse...

boa poesia!

Jonathas Nascimento disse...

Olá,

Eu achei bem criativo o nome do blog: Barbaridades. Vindo de uma mulher de nome Bárbara ganha mais personalidade. Não negas o significado do teu nome, pois é uma "estrangeira" abordando assuntos que vão do cotidiano a discussões mais filosóficas. Eu gosto dessa coragem em assumir: "Sou o que escrevo".

Lindo blog,
Estarei por aqui

Abraços,
Quando quiser visite o meu cantinho, acervo pop, será bem vinda!